Perguntei a ele e para minha surpresa: nada. O carnaval sim foi ruim para ele. Ninguém em Belo Horizonte, ruas vazias, poucos passageiros. Solução: viajar também. E a crise? Apenas comentários sobre aumento de casos de súcidio, casos de banqueiros e "apostadores" de bolsas de valores que perderam muito dinheiro. Nada além do mundo "virtual" e um pouco distante da nossa realidade.
Daí comecei a pensar: também não senti nenhum sintoma da crise no meu dia-a-dia a não ser as notícias que leio na Gazeta Mercantil e na Época Negócios que se tornaram praticamente sobre um mesmo assunto. E fiquei muito curioso. Como está o design frente a crise econômica?

Lendo um pouco sobre o assunto pude observar algumas coisas. Fora a crise no mercado editorial dos Estados Unidos que é bem real, as opiniões de dividem. Ou dizem que o design ama a depressão ou que odeia.
Enquanto alguns defendem que o momento é bom para o design porque é a hora que as empresas investem em inovação, diferenciação e o design é a ferramenta da vez para estes fins, outros acreditam que não. O design sofre, assim como todas as disciplinas humanistícas.
E aí, qual é a sua opinião?
Seguem abaixo dois links com as posições divergentes:
NY Time - Design Loves a Depression
Design Observer - Design Hates a Depression
2 comentários:
A crise acabou com meu estágio... paia, né?
o que me amedronta são os tais "desaparecimentos de empregos" rs
Também acho paia. Empregos desaparecem... e reaparecem... quando o medo vai embora.
Postar um comentário